Sexta-feira, Julho 10, 2009
Quarta-feira, Julho 08, 2009
Publicidade Institucional (vimaranense)
No Cover
Estreia logo à noite.
"No Cover" é uma peça do mexicano, flu-free, Luis Mario Moncada. A encenação pertence ao Marcos Barbosa e andam por lá umas cançonetas minhas escritas propositadamente para o efeito (e outras que ajudei a piratear). Ahoy! Guimarães calling.
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Samuel Úria
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14:08
Terça-feira, Julho 07, 2009
80 mil a cantarem o nome de Eusébio. Ronaldo com bronzeado insuperável e sorriso a superá-lo. O poeta Gabriel Alves a comentar na TVI. Eu quase nos 30, mais de metade deles a desdenhar do futebol. Como pode uma pessoa estar tão errada?
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Samuel Úria
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00:41
Sexta-feira, Julho 03, 2009
Nos dias em que um gajo não tem tempo para ver notícias uma coisa devia ser expressamente proibida: ministros demitirem-se na sequência de terem simulado cornos com os dedos indicadores para uma bancada comunista. É que são quase 3 da manhã e os vizinhos ainda acordam com as minhas gargalhada surpreendidas.
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Samuel Úria
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02:38
Adivinha
Qual é coisa, qual é ela, que tem uma Lady in Red e não é o Gene Wilder nem o Chris de Burgh?
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Samuel Úria
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01:48
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Publicidade Institucional
Hoje, 1 de Julho, no Cabaret Maxime às 23h. Jónatas Pires dos Pontos Negros a solo (mas com banda*).
A foto foi tirada pelo prodigioso Tiago Miranda.
*-banda constituída pela Miriam Macaia (Orquestra Barroca Divino Sospiro) nas vozes e violino, Ivo (ex Triplet) no baixo , David Pires (Os Pontos Negros) na bateria e vozes , Tomás Cunha Ferreira (Quais) no Ominchord, xilofone, harmónica e vozes, e eu (Samuel Úria) na guitarra eléctrica e nas vozes.
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Samuel Úria
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01:42
Sábado, Junho 27, 2009
Velha escola na velha cave!

Sobre esta fotografia do Tiago Miranda uma quadra inspirada no Tiago Guillul:
Isto não é Photoshop
Aqui não há quem chore.
Que se dane o Folclore
Isto é Roque enrole!
O braço pintalgado de sinais no canto inferior esquerdo é meu. Quase nos 30 , mas ainda cicatrizo como um puto de 15.
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Samuel Úria
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23:46
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Se isto não é um sinal para eu tirar férias...
Sempre que estou demasiado atarefado para escrever no blogue alguém grande morre. Era escusado mais este buraco negro, mais este atarefamento de imaginar o mundo sem Michael Jackson.
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Samuel Úria
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04:51
Sexta-feira, Junho 19, 2009
If they mated
O baixista é uma versão bonitinha de mim, o vocalista quase. Devem ter sido gerados em laboratório com centrifugação de baldes de esperma velhinho dos The Clash e algum dedal de esperma novo dos The Streets. Isto tudo para salientar que há quem saiba dançar mal na perfeição.
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Samuel Úria
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13:04
Quinta-feira, Junho 18, 2009
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19 de Junho:
Centro Norte? Centro Sul? Estamos tão lá, baby!
(O Coração vai lançar no Maxime um disco que é um regalo)
(O Guel, o Lipe e eu vamos mostrar aos viseenses o charme da impreparação)
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Samuel Úria
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20:32
Terça-feira, Junho 16, 2009
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Samuel Úria
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13:35
Sexta-feira, Junho 12, 2009
Big time small print
Hoje vou estar às 18:30 a actuar na Fnac do Chiado e também hoje, também às 18:30, também a actuar, vou estar com o Tiago Guillul no Largo de S. Carlos. Tem-me faltado alguma saúde, mas a ubiquidade está impecável.
(a minha prestação no Largo de S. Carlos começará com meia hora de atraso. Motivo: actuação na Fnac do Chiado)
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Samuel Úria
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09:00
Terça-feira, Junho 09, 2009
Ponto deceit uação
Desde a última vez que aqui escrevi muita coisa me aconteceu. Como ter aceitado participar num Big Brother tedioso (recuperando o paradigma da artisticidade bruta pegada ao bocejo), ter felicitado um eurodeputado pela sua eleição via sms, ter recebido a notícia da morte de um herói de infância, ter recebido a notícia de que um herói de infância morreu numa mal sucedida masturbação. Mas se alguma coisa interessante tivesse acontecido eu já tinha retomado a escrita.
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Samuel Úria
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19:32
Domingo, Maio 31, 2009
Terça-feira, Maio 26, 2009
E por falar em 10 de Junho...
No próximo dia 10 de Junho vou escrever e gravar um pequeno disco. Está tudo programado, com excepção de tudo o que não é programação.
Assim será o meu dia 10:
De manhã escrever uma mão cheia de cantigas.
À tarde gravar instrumentais.
À noite gravar as vozes e fazer as misturas.
Para o efeito decidi democratizar o disco. Criei um email que só abrirei na manhã de 10 de Junho e para onde me poderão enviar sugestões, quadras, instrumentais, batidas, fotos em biquini.
Aguardo-vos em portugalcamoesecomunidades@gmail.com
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Samuel Úria
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16:09
Segunda-feira, Maio 25, 2009
"Como é que eu hei de me ir embora (...) marmelinhos quase de fora."
Ao som de uma musiqueta minha o ilustríssimo Manuel Jorge Marmelo engendrou a sua própria cantiga. O Manuel Jorge Marmelo, é que nem mais. Eu o catalizador para um devaneio com Carlos Tê e MTV All Stars, é que nem menos. Quem precisa de uma medalha no 10 de Junho?
Bem sei que é moda e coisa e tal,
Que o rasta é dred, é um amor,
E agora é tanto o black power
Que até os brancos são de cor
Mas tu devias, quer dizer,
Escolher melhor as companhias,
Que eu também gosto de crioulas
Mas não pode ser todos os dias.
Tu és bonita que eu sei lá.
Podias ser a minha Beyoncé.
Entrar num clip do Sean Paul.
Ser musa de um verso do Carlos Tê.
(bis)
Maldição, ultraje, desrespeito,
Esse vício que apanhaste, o da kizomba;
Não me faz bem nenhum ver-te dançar,
Ainda acabo a levar na tromba
Tu és bonita que eu sei lá.
Podias ser a Beyoncé.
Entrar num clip do Sean Paul.
Ser a musa do Carlos Tê.
Não devia ter ido à discoteca
Ver-te dançar a tarraxinha;
não sei porquê esta ilusão
de que um dia ainda vais ser minha.
Tu és bonita que eu sei lá.
Podias ser a Beyoncé.
Entrar num clip do Sean Paul.
Ser a musa do Carlos Tê.
(bis)
M.J. Marmelo.
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Samuel Úria
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23:59
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Quinta-feira, Maio 21, 2009
+
Primeiro Granja. Dias depois Bénard da Costa. A morte é um serial killer.
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Samuel Úria
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12:16
O Twitter não está à mão e o Zé Pedro dos Xutos é incapaz de pronunciar Pete Doherty.
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Samuel Úria
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02:36
Quarta-feira, Maio 20, 2009
i
Que o pecado da novidade não seja castigado com a ausência de um artigo sobre a FlorCaveira.
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Samuel Úria
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01:11
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Quarta-feira, Maio 13, 2009
Segunda-feira, Maio 11, 2009
O que me lixa...

...o que me lixa é que entre Mexia, Furtwängler e Araújo Pereira eu vou ser uma espécie de Miguel Góis da pandilha.
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Samuel Úria
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21:39
Koniec
A morte do Vasco Granja foi um ardil rasteiro (uma rasteira ardilosa?). Um blogger não pode continuar a hibernar depois de uma notícia destas. Ainda resisti alguns dias mas cá estou de novo, a céu aberto, estupidamente incauto (incautamente estúpido?), como um John Wayne que se tivesse deixado abater à porta da prisão no Rio Bravo.
Um blogger não pode continuar a hibernar após a notícia da morte do Vasco Granja. E não invoco este nome como qualquer revivalista dos anos 80 que veste umas leggings. Ícone sem dúvida, mas não dos meus anos 80. Ícone no sentido mais bizantino da palavra, que até cheguei a guardar religiosamente uns pedaços de papel de cenário com a caligrafia do senhor, oh! admirável relíquia.
Há quem lembre Granja na sua caricatura: o tipo que passava desenhos animados checos feitos com novelos de lã. Eu lembro-o na sua magnificência: o tipo que passava desenhos animados checos feitos com novelos de lã. Acrescento à equação o puto que via, fascinado, os desenhos animados checos feitos com novelos de lã. A quem mais poderia agradecer os tricotados que hoje executo?
Indefectível de Granja - my middle name. Até quando, em tempo de caça às bruxas pedófilas, o seu nome foi cochichado, assim me mantive: infectível de Granja. Seriam seguramente um mal-entendido tais boatos. Confundiram o conhecido comunista Granja com o conhecido pequeno almoço dos comunistas. Criancinhas de propaganda, só isso.
Eis que regresso aos posts da maneira mais previsível. Quando morre uma personalidade de culto, não há que esperar outra coisa da comunidade bloguísitca. Previsivelmente assinala-se. Na verdade, fugir ao previsível nunca foi o meu forte. Eu sou o gajo que, para aí em 1989 (ano inolvidável nas suas aliterações: o Batman de Burton, o ciao a Ceauşescu) fui à feira do livro da Escola Preparatória de Tondela e perguntei à Isabel Alçada para quando “Uma Aventura em Tondela”. Previsível como tudo! Mas, em 89, um previsível perfeitamente displicente, que nunca gostei da ideia de livros de aventuras adolescentes escritos por professoras cheias de laca.
20 anos depois, previsível mas não displicente. Vasco, granjeaste aqui um admirador para sempre. E o “granjeaste” também era previsível.
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Samuel Úria
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21:27
Quarta-feira, Abril 29, 2009
Jactancioso
Não há vã bazófia quando a expressão é "effing coolest thing I’ve seen in a while"
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Samuel Úria
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23:28
Cogito, ergo sit
Miguel Veloso voltou esta quarta-feira a falar à comunicação social, mantendo um estilo de discurso na terceira pessoa do singular.
Samuel Úria aprova, tanto o auto-hetero-porta-vozismo, como o jornalismo que tão bem o assinala.
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Samuel Úria
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17:07
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Lajeosa do Dão is thicker than water
Não cheguei a conhecer o meu avô paterno. Ontem soube que o seu registo militar apontava-lhe 2,04 metro de altura. Soube também que começou a beber já velho e isso fê-lo morrer ainda novo. Mais, pelo que escutei, o meu avô era uma espécie de génio enclausurado numa modesta aldeia beirã.
O sangue é coisa turva: eu pouco passo do 1,90 metros e nem sequer fui à tropa; olho para a minha garrafeira e não sei que dela fazer. Mas pelo menos sou um modesto aldeão beirão enclausurado no meio de génios.
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Samuel Úria
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01:52
Sexta-feira, Abril 17, 2009
Terça-feira, Abril 14, 2009
Afinal a Arte é que imita a vida. Depois, plena de manha, a vida disse "eu sou parva"" e a Arte repetiu "eu sou parva!". Depois a vida riu-se e a Arte irritou-se. Depois nasceu o neoplasticismo.
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Samuel Úria
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16:49
Quinta-feira, Abril 09, 2009
Se soubessem o que eu estava para escrever aqui agradeciam-me o prolongado silêncio. Blogger negligente o tanas.
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Samuel Úria
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01:39
Quinta-feira, Abril 02, 2009
Sábado, Março 28, 2009
A contribuir alegremente para o índice de desigualdade

De um lado os socialmente desfavorecidos. Do outro os favorecidos pelas lentes da Vera Marmelo.
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Samuel Úria
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12:53
Terça-feira, Março 24, 2009
Press Release
Quando se fala em “novas vozes portuguesas” é humano, como o erro, pensarmos nos viveiros televisivos de vozes, aqueles shows de realidade em que cantores aspirantes aprendem e praticam e emocionam-se e apaixonam-se diante dos nossos olhos. Ora esses concursos tiveram o condão de pôr comuns cidadãos, como eu, a saber o que se passa numa aula de canto, a ver o esqueleto das técnicas e dos exercícios e dos objectivos e dos artifícios. A voz , pelo que assisto, será uma espécie de animal selvagem. O domínio e o talento vocais serão um rodeo, o concurso para ver quem se aguenta em cima do mustang a espernear, quem consegue acenar o chapéu enquanto o animal se enraivece entre as nossas pernas.
Esqueçam isso tudo. O talento vocal não é isso tudo, a voz não é nada disso. Desliguem a televisão e esqueçam.
A primeira vez que ouvi a Márcia a cantar acho que suspirei, em parte pela melancolia da canção, em parte de alívio. Alguém que sabe usar a voz sem obrigatoriamente testar os seus limites, que alívio! Uma “nova voz portuguesa” que me faz suspirar de alívio, que alívio! Gosto que me cocem suavemente a nuca e acho que foi mais ou menos isso que a canção da Márcia fez.
Mas nem só de um dotado aparelho vocal isto se trata. Nem só de um aparelho dotado e superiormente manobrado. Também há canções, dedos serpenteantes na minha nuca.
Ainda não conhecia a Márcia pessoalmente quando, por email, me convidou a partilhar com ela o palco do Cabaret Maxime no dia 26 de Março. Seria uma espécie de estreia sua numa sala com esta dimensão e tradição. Demorei 5 segundos a pensar no convite, 6 segundos antes já tinha aceitado, ainda nem tinha aberto o email e já sabia que sim.
Sou, na minha música, imperfeccionista – por condição e por militância – e assim muito me honra a ousadia do convite da Márcia. Um concerto que será de contrastes. Pelos vistos até a gajos que usam reality shows como exemplos acontecem coisas boas.
Samuel Úria, Março de 2009
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Samuel Úria
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01:46












